quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Poetas de plantão



 Oi lacinhos,
Estou postando um poema de minha autoria. Não sei se já contei, mas uma das coisas que adoro é criar poesia. Elas me encantam, relaxam e, principalmente, dão cor à minha vida.
Como o título que dei é o “TEMPO”, não poderia deixar de chamar Salvador Dalí, esse maravilhoso pintor, para ilustrar minha escrita com seus famosos relógios. Porque como eu, ele amava o que fazia.
Então apreciem as duas obras e vejam como elas têm traços em comum.
                                                                           Beijos e muita arte pra vocês!


 Tempo

Tudo é passageiro
Nada é pra sempre
Ser passageiro é tudo
O pra sempre não é nada.

Tanto conserta,
Quanto estraga também.
Como pessoas
Pode prejudicar alguém.

O presente está olhando
Para o futuro perdido.
Quando está meditando
Sobre um erro cometido,
Pois não se muda o fato
Aqui escrito.

O passado que não me remete mais
Mas se lembrará o que aqui se faz.

O que aconteceu
Que nada mais se guarda,
Pois só uma coisa é certa
O futuro nos aguarda
De um tempo tão distante
Não se sabe mais nada.

Quis avançar no tempo,
Mas não chegara a hora.
Se ainda não chegou,
É por que
Não era pra ser
Agora.

                                       DANIELA
 

Um comentário:

  1. Esta última estrofe é de arrepiar... Lindo demais o seu poema! bjsss

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